<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" version="2.0"><channel><title><![CDATA[Psicóloga Isabelle]]></title><description><![CDATA[Psicóloga Isabelle]]></description><link>https://www.isapensante.com/blog</link><generator>RSS for Node</generator><lastBuildDate>Sat, 18 Apr 2026 10:45:52 GMT</lastBuildDate><atom:link href="https://www.isapensante.com/blog-feed.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title><![CDATA[Você não tem medo de abandono. Você tem medo de se ver.]]></title><description><![CDATA[Medo de abandono é uma das expressões mais usadas quando o assunto é relacionamento. Ela aparece em artigos, em conversas, em autodefinições oferecidas quase como explicação suficiente: "meu problema é medo de abandono." E há verdade nisso. Mas talvez não toda a verdade. Porque existe uma pergunta que essa explicação às vezes encobre: o que você encontraria em si mesmo se o outro não estivesse lá para ocupar esse espaço? O outro como espelho — e como escudo Vínculos afetivos fazem muitas...]]></description><link>https://www.isapensante.com/post/voc%C3%AA-n%C3%A3o-tem-medo-de-abandono-voc%C3%AA-tem-medo-de-se-ver</link><guid isPermaLink="false">69cc0a0b36012cb1cab25ec6</guid><pubDate>Wed, 11 Mar 2026 17:53:58 GMT</pubDate><enclosure url="https://static.wixstatic.com/media/94ca0c_784fb1cf803d4c69b45993e827fc6a3a~mv2.png/v1/fit/w_1000,h_1000,al_c,q_80/file.png" length="0" type="image/png"/><dc:creator>Isabelle de Fatima</dc:creator></item><item><title><![CDATA[Por que você continua escolhendo o que te machuca?]]></title><description><![CDATA[Existe uma pergunta que muitas pessoas trazem para a clínica — às vezes com vergonha, às vezes com raiva de si mesmas — que soa mais ou menos assim: "Por que eu continuo fazendo isso, se eu sei que me faz mal?" É uma boa pergunta. Mas ela já carrega uma armadilha dentro dela. Ela pressupõe que saber é suficiente. Que o conhecimento, por si só, deveria ser capaz de nos mover. E a experiência humana — essa coisa complicada, contraditória, frequentemente irracional — insiste em provar o...]]></description><link>https://www.isapensante.com/post/por-que-voc%C3%AA-continua-escolhendo-o-que-te-machuca</link><guid isPermaLink="false">69cc07624c31bb6f64bd4292</guid><pubDate>Thu, 12 Feb 2026 17:43:10 GMT</pubDate><enclosure url="https://static.wixstatic.com/media/94ca0c_d713963995624d4fa4be350791e043a0~mv2.jpg/v1/fit/w_1000,h_648,al_c,q_80/file.png" length="0" type="image/png"/><dc:creator>Isabelle de Fatima</dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ansiedade pode ser sinal de outra coisa]]></title><description><![CDATA[Todo mundo fala de ansiedade. Ela virou vocabulário cotidiano, quase um cartão de visitas: "sou ansioso" , dito com a naturalidade de quem descreve o tipo sanguíneo. E há algo curioso nisso. Quando um sofrimento ganha nome, ganha também uma certa estabilidade. Uma identidade. O nome organiza, classifica, e — às vezes — encerra a pergunta antes que ela possa ser feita. Mas e se a ansiedade não for o ponto de chegada, mas o ponto de partida? O que a ansiedade faz — e o que ela cobre A ansiedade...]]></description><link>https://www.isapensante.com/post/ansiedade-pode-ser-sinal-de-outra-coisa</link><guid isPermaLink="false">69cc0859bc536ac286a9430a</guid><pubDate>Wed, 24 Sep 2025 17:47:10 GMT</pubDate><enclosure url="https://static.wixstatic.com/media/94ca0c_9006176fa63f42de8369130565824887~mv2.jpg/v1/fit/w_1000,h_741,al_c,q_80/file.png" length="0" type="image/png"/><dc:creator>Isabelle de Fatima</dc:creator></item><item><title><![CDATA[O que você chama de "eu" foi construído para sobreviver, não para viver]]></title><description><![CDATA[Você tem uma forma de ser no mundo. Uma maneira de se apresentar, de reagir, de se proteger, de se relacionar. Um conjunto de crenças sobre quem você é — o que aguenta, o que merece, o que é possível para você. Esse conjunto costuma parecer muito natural. Muito seu. Mas e se grande parte do que você chama de "eu" não tiver nascido de uma escolha, mas de uma necessidade? Como o self se forma Ninguém chega ao mundo com uma identidade pronta. O que chamamos de "eu" vai se construindo ao longo do...]]></description><link>https://www.isapensante.com/post/o-que-voc%C3%AA-chama-de-eu-foi-constru%C3%ADdo-para-sobreviver-n%C3%A3o-para-viver</link><guid isPermaLink="false">69cc0a6f7d31fe550c646aa0</guid><pubDate>Thu, 05 Jun 2025 18:05:37 GMT</pubDate><enclosure url="https://static.wixstatic.com/media/94ca0c_8779745190c24cd19bdd2e9b3021462b~mv2.jpg/v1/fit/w_1000,h_673,al_c,q_80/file.png" length="0" type="image/png"/><dc:creator>Isabelle de Fatima</dc:creator></item><item><title><![CDATA[A solidão que a vida no exterior não explica]]></title><description><![CDATA[Você construiu uma vida lá fora. Talvez um trabalho que faz sentido, uma rotina que funciona, pessoas com quem você ri. Do lado de fora, tudo indica que deu certo. E mesmo assim, tem algo que não fecha. Uma sensação que aparece nos momentos mais improváveis — num domingo à tarde, numa festa onde todo mundo parece se conhecer de antes, ou justamente quando a vida está boa e você percebe que não consegue estar inteiro nela. Não é saudade, exatamente. Ou não é só isso. O que o exterior não...]]></description><link>https://www.isapensante.com/post/a-solid%C3%A3o-que-a-vida-no-exterior-n%C3%A3o-explica</link><guid isPermaLink="false">69cc08f9c6f6bb14a90d84ae</guid><pubDate>Thu, 10 Oct 2024 17:49:45 GMT</pubDate><enclosure url="https://static.wixstatic.com/media/94ca0c_72a3590c693f4abe84425077760d256b~mv2.jpg/v1/fit/w_1000,h_1000,al_c,q_80/file.png" length="0" type="image/png"/><dc:creator>Isabelle de Fatima</dc:creator></item></channel></rss>